quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Me converti depois de divorciada, posso me casar de novo?

Pergunta:
Pr. Marcio
Depois de um casamento de 17 anos e muitas traições por parte de meu marido, decidi me divorciar. Me converti depois de divorciada. Hoje tenho muitas dúvidas se tenho o direito de me casar novamente ou não. Li em alguns sites de pastores fundamentados na palavra e uns dizem que a pessoa traida, ou a parte inocente, tem direito a novo casamento e outros dizem que não. Estou confusa e não quero fazer nada que desagrade ao nosso Deus.
Graça e paz irmão!

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Resposta:
Querida, Pode casar de novo sim. Fique tranqüila, você foi vitimada e não tem o que temer. A bíblia sagrada prevê que em caso de traição a vítima pode se casar novamente sem problemas.

Veja aqui: “Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher (isso vale também para o homem), a não ser por causa de infidelidade (adultério) , e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério” (Mt.19:9)

As duas prerrogativas para divórcio e novo casamento são: Viuvez ou adultério.

8 comentários:

  1. Não se encaixa dentro do contexto. Eu nunca ouvi alguém responder ao ensino que a "parte inocente" pode casar novamente enquanto seu cônjuge ainda estiver vivo, como os discípulos o fizeram imediatamente ao ensino de Cristo: "Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar" (Mt. 19:10). A posição que não existe novo casamento (mesmo para a "parte inocente"), enquanto o cônjuge estiver vivo, freqüentemente produz esse brado. Similarmente, a resposta de Cristo ao protesto dos discípulos faz perfeito sentido com a doutrina que ninguém pode casar novamente enquanto o cônjuge estiver vivo, mas não com a visão que a "parte inocente" pode casar novamente em tal condição. Jesus declara: "… há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do Reino dos céus" (v. 12). O Filho de Deus aponta para a iluminação divina como capacitando alguém a "receber" seu ensino: "Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido … Quem pode receber isso, que o receba" (vv. 11-12). Isso explica o porquê alguns têm dificuldade em aceitar essa verdade da Palavra de Deus. Esse é especialmente o caso hoje, pois vivemos numa "geração adúltera" (Mt. 12:39; 16:4), como aquela dos escribas e fariseus no primeiro século, dentro os quais muitos ensinavam o "divórcio por qualquer motivo" (Mt. 5:31-32; 19:3-9).

    c. É excluída por I Coríntios 7:10-11, onde o Apóstolo Paulo resume e declara o ensino de Jesus Cristo durante seu ministério terreno: "Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido …" A Escritura inspirada aqui ensina duas, e somente duas opções para uma mulher (ou homem) divorciada: (1) permanecer sem casar ou (2) se reconciliar com o seu marido. Nenhuma terceira opção, o novo casamento, é mencionada. Fiel ao ensino de Jesus em Mateus 5, Marcos 10, Lucas 16 e Mateus 19, Paulo não dá permissão ao novo casamento enquanto o cônjuge da pessoa estiver vivo.

    Assim, a cláusula de exceção ("não sendo por causa de prostituição") não é uma exceção permitindo o novo casamento (enquanto o cônjuge ainda está vivo), mas uma exceção permitindo o divórcio (vindo logo antes da cláusula): "Qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério" (Mt. 19:9).

    3. O laço inquebrantável do casamento é o ensino bíblico estabelecido por Deus na criação (Gn. 2:24), declarado pelos profetas do Antigo Testamento (Ml. 2:10-16) e reafirmado por Cristo (Marcos 10:2-12; Lucas 16:18) e os apóstolos do Novo Testamento (Rm. 7:2-3; I Co. 7:39). Ele é uma figura do "grande mistério" da união de Cristo e sua igreja eleita (Ef. 5:32).

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  2. Oi meu nome é Andressa, ela pode se casar novamente, ela foi traida e outra coisa, ela ainda não era cristã ou seja todos os pecados dela foram apagados no dia que ela entregou a vida ao Senhor! E tudo se fez novo.

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  3. Quero ver se acontecer com esse Pedro aí... o que ele fará...

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  4. SABE EU NÃO ENTENDO BEM SOBRE ISSO MAIS AQUI Ñ É LUGAR DE FICA SE ENFRENTANDO POIS ISSO DESSA ESSA MULHER MAIS CONFUSSA.

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  5. GENTE EU NÃO ENTENDO BEM SOBRE ESSE ASSUNTO MAIS O QUE EU SEI É QUE QUANDO TEM UMA CONPETIÇÃO ENTRE IRMÃOS ISSODESAGRADA A DEUS E ESTA PARECENDO QUE VC,S ESTÃO QUERENDO SABE MAIS QUE O OUTRO, E ISSO DEIXA A MULHER MAIS CONFUSSA UMA DICA PARA A MULHER FAÇA UM PROPOSITO COM JESUS E ELE LHE DARÁ A RESPOSTA CERTA.

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  6. Em primeiro lugar há uma distorção das Escrituras por conta do desconhecimento do contexto cultural do casamento judaico. Os noivos eram prometidos antes do casamento um para o outro, muitas vezes quando ainda crianças. Havia ainda uma diferença cultural no tratamento com o homem e a mulher; quando o noivo prometido podia sustentar mais de uma mulher ele poderia ter mais de uma: não pela permissão de Deus é claro mas culturalmente isso acontecia de fato. Se a mulher, a noiva desposada (prometida) fizesse sexo com outro homem ou namorasse outro homem, aquele primeiro ( seu noivo prometido) poderia dar-lhe uma carta de divórcio, porque ele não iria casar com uma noiva que não fosse virgem, e este é de fato o caso em que seria adultério o casamento. Só que aí os judeus começaram a dar carta de divórcio por qualquer motivo: exemplo não gostar da aparencia da noiva, etc. Agora, a ignorancia do povo brasileiro quanto às escrituras está levando muitos crentes ao pecado do adultério, infelizmente a ignorância de muitos pastores também. Basta ler também a epístola de Paulo aos Romanos, capítulo 7, versículos 1, 2 e 3, em que está escrito:
    NÃO sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?
    2
    Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.
    3
    De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido. Há ainda muitos outros versículos da Escritura que deixam muito claro que a relação sexual é que torna os dois uma só carne. E digo mais: servir a Deus não é para qualquer um, é preciso realmente tomar a cruz e negar-se a si mesmo. Deus não mudou e nem vai mudar SEU padrão de santidade para agradar a homem nenhum. Assim como não foi fácil para O SENHOR JESUS ir para a cruz e sofrer tudo o que sofreu por nós, muitas vezes não será fácil para nós a renúncia por amor dele.

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  7. Em primeiro lugar há uma distorção das Escrituras por conta do desconhecimento do contexto cultural do casamento judaico. Os noivos eram prometidos antes do casamento um para o outro, muitas vezes quando ainda crianças. Havia ainda uma diferença cultural no tratamento com o homem e a mulher; quando o noivo prometido podia sustentar mais de uma mulher ele poderia ter mais de uma: não pela permissão de Deus é claro mas culturalmente isso acontecia de fato. Se a mulher, a noiva desposada (prometida) fizesse sexo com outro homem ou namorasse outro homem, aquele primeiro ( seu noivo prometido) poderia dar-lhe uma carta de divórcio, porque ele não iria casar com uma noiva que não fosse virgem, e este é de fato o caso em que seria adultério o casamento. Só que aí os judeus começaram a dar carta de divórcio por qualquer motivo: exemplo não gostar da aparencia da noiva, etc. Agora, a ignorancia do povo brasileiro quanto às escrituras está levando muitos crentes ao pecado do adultério, infelizmente a ignorância de muitos pastores também. Basta ler também a epístola de Paulo aos Romanos, capítulo 7, versículos 1, 2 e 3, em que está escrito:
    NÃO sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?
    2
    Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.
    3
    De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido. Há ainda muitos outros versículos da Escritura que deixam muito claro que a relação sexual é que torna os dois uma só carne. E digo mais: servir a Deus não é para qualquer um, é preciso realmente tomar a cruz e negar-se a si mesmo. Deus não mudou e nem vai mudar SEU padrão de santidade para agradar a homem nenhum. Assim como não foi fácil para O SENHOR JESUS ir para a cruz e sofrer tudo o que sofreu por nós, muitas vezes não será fácil para nós a renúncia por amor dele.

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